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  <title>BIP.PT</title>
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      Boletim INESC Porto
    
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  <item rdf:about="http://bip-archive.inesctec.pt/127/noticia05.html">
    <title>INESC TEC participa no projeto Casas em Movimento</title>
    <link>http://bip-archive.inesctec.pt/127/noticia05.html</link>
    <description>A Unidade de Engenharia de Sistemas de Produção (UESP) iniciou a sua participação no projeto Casas Em Movimento, em conjunto com a empresa CEM. A UESP será responsável pela conceção e desenvolvimento de um sistema de automação de movimentos.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>A Unidade de Engenharia de Sistemas de Produção (UESP) iniciou a sua participação no projeto </span><a href="http://www.casasemmovimento.com/"><span><span>Casas Em Movimento</span></span></a><span><span><span>, em conjunto com a empresa CEM. A UESP será responsável pela conceção e desenvolvimento de um sistema de automação de movimentos.</span></span></span></p>
<p><span><span><span>O projeto "Casas em Movimento" surgiu no seio do projeto LIDERA, da Universidade do Porto (UP), em 2008, por iniciativa de Manuel Vieira Lopes (Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto) e apresenta um novo conceito de sustentabilidade pelas caraterísticas que reúne numa “casa girassol”. </span></span></span></p>
<p><span><span><span>A casa móvel interage com o ambiente e com as variações de luminosidade por ser capaz de revolucionar os preceitos arquitetónicos, girando sobre si própria e elevando uma pala, revestida de painéis fotovoltaicos, que procura a luz solar, tal como um girassol, de modo a aumentar o aproveitamento térmico e energético</span></span></span></p>
<p><span>O projeto foi igualmente selecionado para o evento </span><a href="http://www.sdeurope.org/?page_id=779&amp;lang=en"><span><span>Solar Decathlon Europe 2012</span></span></a><span>, a realizar em Madrid, de entre candidaturas de universidades de todo o mundo. </span></p>
<p><span>A equipa da UESP neste projeto é constituída por Luís Guardão, Fernando Guedes e Paulo S</span><span>á Marques.</span></p>
<p><span></span> </p>
<p><span>Créditos foto: Emanuel Maia</span></p>
<p><span></span> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Notícia</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-05-29T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://bip-archive.inesctec.pt/206/noticia-ev03.html">
    <title>INESC TEC organiza evento sobre futuro das cadeias de abastecimento</title>
    <link>http://bip-archive.inesctec.pt/206/noticia-ev03.html</link>
    <description>Os mecanismos necessários para que as empresas preparem o futuro das cadeias de abastecimento foram discutidos no workshop intitulado “Preparing for the Future Supply Chains”. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os mecanismos necessários para que as empresas preparem o futuro das cadeias de abastecimento foram discutidos no <i>workshop </i>intitulado “Preparing for the Future Supply Chains”, que decorreu no dia 11 de julho no INESC TEC.</p>
<p><iframe frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/Hf0MZY-SYfQ" style="" width="560"></iframe></p>
<p>A abertura do <i>workshop </i>ficou a cargo de Luís Carneiro, administrador executivo do INESC TEC, e Rosanna Fornasiero, investigadora do STIIMA-CNR e coordenadora do projeto NEXT-NET.</p>
<p>O <i>workshop</i>, destinado a peritos da indústria, academia e políticas públicas,<i> </i>contou com três apresentações: Celeste Varum, Professora da Universidade de Aveiro e membro do Fórum Estratégico de Projetos Importantes de Interesse Europeu Comum (IPCEI); António Almeida, <i>Senior Product Owner </i>na Farfetch e Paulo Calçada, Administrador Executivo na Porto Digital.</p>
<p>Durante a segunda parte do <i>workshop, </i>os participantes debateram questões importantes para o futuro das cadeias de abastecimento, como a privacidade e a segurança dos dados, as competências necessárias nas cadeias de abastecimento, os mecanismos do financiamento europeu e a harmonização das normas e da legislação europeia sobre as cadeias de abastecimento.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/206/imagens/copy_of_nextnet1.jpg/@@images/37883910-ee2d-40c1-be77-26649d874332.jpeg" alt="Next Net" class="image-inline" title="Next Net" /></p>
<p>“O projeto NEXT-NET definiu seis cenários para as cadeias de abastecimento em 2030 e dez estratégias distintas que as empresas podem adotar consoante o seu contexto. Estas estratégias estiveram hoje em exposição à entrada do workshop. Durante o workshop os participantes estiveram divididos em sete grupos para discutirem sobre problemas da cadeia de abastecimento transversais a vários setores industriais e sugerirem algumas recomendações para o futuro”, comentou Ana Barros, investigadora sénior do Centro de Engenharia de Sistemas Empresariais (CESE) do INESC TEC.</p>
<p>No final do evento, os participantes tiveram ainda a oportunidade de visitar o novo laboratório do INESC TEC dedicado às Tecnologias Avançadas de Produção, o iiLab.</p>
<p>O <i>workshop</i>, que foi dinamizado por Ana Barros e Pedro Senna do CESE, juntamente com Pedro Campos e Patrícia Gonçalves do Laboratório de Inteligência Artificial e Apoio à Decisão (LIAAD) do INESC TEC,<i> </i>inseriu-se no âmbito do projeto <a class="external-link" href="https://nextnetproject.eu/" target="_blank">Next-Net</a> (Next generation technologies for networked Europe), que pretende desenvolver uma agenda estratégica de investigação europeia e um plano de ação para as cadeias de abastecimento em 2030.</p>
<p> </p>
<p><i>Os investigadores do INESC TEC mencionados na notícia têm vínculo ao INESC TEC e UP-FEP.</i></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Notícia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eventos &amp; Visitas</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-07-31T09:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://bip-archive.inesctec.pt/206/especial.html">
    <title>Investigadores do INESC TEC premiados no Encontro Ciência 2019</title>
    <link>http://bip-archive.inesctec.pt/206/especial.html</link>
    <description>A aplicação móvel meuparlamento.pt, desenvolvida pelos investigadores Nuno Moniz e Arian Pasquali do INESC TEC, e por Tomás Amaro da Hostelworld, ficou em primeiro lugar no prémio Arquivo.pt. O galardão foi entregue pelo Primeiro-Ministro no “Encontro Ciência 2019”. Além desta distinção, o INESC TEC apresentou no evento um robô para operações de picking na indústria aeronáutica, um dispositivo 'wearable' para avaliação da "rigidez do pulso" em doentes de Parkinson, e participou com comunicações orais e e-posters.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h2>Meuparlamento.pt em primeiro lugar no prémio Arquivo.pt</h2>
<p>A aplicação móvel meuparlamento.pt, desenvolvida pelos investigadores Nuno Moniz e Arian Pasquali do INESC TEC, e por Tomás Amaro da Hostelworld, ficou em primeiro lugar no prémio Arquivo.pt. O galardão foi entregue pelo Primeiro-Ministro no “Encontro Ciência 2019”. Além desta distinção, o INESC TEC apresentou no evento um robô para operações de picking na indústria aeronáutica, um dispositivo 'wearable' para avaliação da "rigidez do pulso" em doentes de Parkinson, e participou com comunicações orais e e-posters.</p>
<p><i><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/206/imagens/Especial3.jpg/@@images/d416a154-a389-4b0d-9790-0eb179163ea3.jpeg" alt="" class="image-inline" title="" /></i></p>
<h3><b>Prémio para aplicação móvel que simula a Assembleia da República</b></h3>
<p>Na sessão de abertura do <a class="external-link" href="http://www.encontrociencia.pt/home/" target="_blank">Ciência 2019 – Encontro com a Ciência e Tecnologia em Portugal</a>, que decorreu de 8 a 10 de julho no Centro de Congressos de Lisboa, o INESC TEC começou por ser referido como parceiro relevante num vídeo apresentado por Chris Skidmore, Ministro de Estado para as Universidades, Ciência, Investigação e Inovação do Reino Unido, país convidado desta edição.</p>
<p>Na mesma manhã subiram ao palco Nuno Moniz e Arian Pasquali, investigadores do Laboratório de Inteligência Artificial e Apoio à Decisão (LIAAD) do INESC TEC, e Tomás Amaro, engenheiro de software na Hostelworld, para receber o galardão do Prémio Arquivo.pt entregue pelo Primeiro-Ministro, António Costa, pelo Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES), Manuel Heitor, e pela Presidente da FCT, Helena Pereira.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/206/imagens/Especial2.jpg/@@images/93fddf44-0271-459e-a836-a96a6ff38cf4.jpeg" alt="" class="image-inline" title="" /></p>
<p>Ao desafio lançado pelo Arquivo.pt para estimular a utilização da informação preservada neste acervo, os três concorrentes responderam com a aplicação móvel <a class="external-link" href="http://www.meuparlamento.pt/" target="_blank">meuparlamento.pt</a>, que simula o plenário da Assembleia da república, permitindo que os cidadãos conheçam e votem as propostas legislativas apresentadas no Parlamento Português desde 2011.</p>
<p>Numa era mediática marcada pelas <i>fake news</i> e pelas verdades paralelas, esta ideia de criar uma aplicação que aproximasse os cidadãos das decisões tomadas no Parlamento reuniu as preferências do júri e foi classificada em primeiro lugar com um prémio de 10 mil euros.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/206/imagens/Especial4.jpg/@@images/c8340dde-6b4d-4e7a-9b88-af3aa7794c2d.jpeg" alt="" class="image-inline" title="" /></p>
<h3><b>Um robô para aeronaves e um dispositivo de apoio a neurocirurgiões</b></h3>
<p>Várias dezenas de investigadores e cientistas de todo o país visitaram o espaço expositivo do INESC TEC para assistirem à demonstração do manipulador móvel com locomoção omnidirecional para operações de <i>picking</i> na indústria aeronáutica.</p>
<p>Este robô, desenvolvido pelo Centro de Robótica Industrial e Sistemas Inteligentes (CRIIS) para o <a class="external-link" href="https://www.inesctec.pt/pt/projetos/fasten" target="_blank">projeto H2020 FASTEN</a>, que também conta com a participação do Centro de Engenharia de Sistemas Empresariais (CESE), está dotado de um braço dotado de visão 3D que permite a localização e reconhecimento de objetos no espaço, bem como a sua recolha e manipulação. Henrique Domingos e Joana Dias do CRIIS apresentaram as funcionalidades do robô durante o evento.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/206/imagens/Especial5.jpg/@@images/664fe041-063b-4101-b6c3-78897a39adfd.jpeg" alt="" class="image-inline" title="" /></p>
<p>Outra demonstração que atraiu a atenção dos visitantes foi o <i>iHandU</i>, um dispositivo wireless vestível que avalia a rigidez do pulso de forma quantitativa e em tempo-real durante a Estimulação Cerebral Profunda (ECP) em neurocirurgias a pacientes de Parkinson. Este sistema inclui um sensor de giroscópio agregado a uma banda têxtil que é colocada na mão do paciente e um <i>smartphone</i> que recebe a informação do sensor via Bluetooth. Durante a avaliação da rigidez pelos neurologistas, a velocidade angular obtida pelo sensor de giroscópio é usada para determinar um descritor de sinal, a partir do qual se extrai o valor de melhoria de rigidez. </p>
<p>O dispositivo iHandU, desenvolvido pelo Centro de Investigação em Engenharia Biomédica (C-BER), e neste evento apresentado por Ana Oliveira, deu origem à startup <i>InSignals Neurotech</i> que licenciou a tecnologia ao INESC TEC e já foi usado para classificar a rigidez em mais de 74 pacientes de Parkinson, no Hospital Universitário de São João do Porto, e pode vir também a ser útil noutras doenças do foro neurológico.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/206/imagens/Especial7.jpg/@@images/74b1dfa5-cb5f-4ddc-91d3-7900552a4ac2.jpeg" alt="" class="image-inline" title="" /></p>
<h3><b>Apresentação de resultados à comunidade científica </b></h3>
<p>A participação do INESC TEC no Encontro Ciência incluiu também as comunicações “Robotic technologies for an healthy ocean - from sea surface to deep waters” por Aníbal Matos, coordenador do Centro de Robótica e Sistemas Autónomos (CRAS), na sessão temática “Proteger a Vida Marinha”; “From collaborative robots to sustainable business models: addressing systems-of-systems in industry” por Gonçalo Figueira do Centro de Engenharia e Gestão Industrial (CEGI) na sessão temática “Indústria, Inovação e Infraestruturas”; e “Comunidades locais de energia: gestão local da flexibilidade e resiliência a eventos atmosféricos adversos” por Clara Gouveia do Centro de Sistemas de Energia (CPES) na sessão temática “Energias Renováveis e Acessíveis”.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/206/imagens/Especial6.jpg/@@images/ff882904-c378-4110-afd5-7dfe396b0139.jpeg" alt="" class="image-inline" title="" /></p>
<p>Foram ainda selecionados oito estudantes de doutoramento dos quatro clusters do INESC TEC - José Iria e Bruna Tavares (cluster PE), Vítor Cerqueira, Sofia Silva Fernandes, António Correia (cluster CS), Jorge Mendes (cluster II) e Joana Paiva e Pedro Ferreira (cluster NIS) para apresentação de e-posters dos projetos de investigação em que participam.</p>
<p>Neste evento esteve também patente a exposição “Outros Retratos e Auto-retratos” resultante do projeto SCREEN-DR, uma plataforma computacional para o rastreio da retinopatia diabética, coordenado pelo C-BER. O INESC TEC esteve ainda envolvido na organização do Workshop/Sessão Imperial College - PORTUGAL 2030 - GO PORTUGAL sobre Data Science.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/206/imagens/Especial8.jpg/@@images/c5f16739-5b48-4ce6-845a-18038cdb9c9d.jpeg" alt="" class="image-inline" title="" /></p>
<p>O Encontro Ciência é promovido pela FCT em colaboração com a Ciência Viva e a Comissão Parlamentar de Educação e Ciência, contando com o apoio institucional do Governo, através do MCTES. O evento procura reunir a comunidade científica em torno de um programa multidisciplinar que aborda os desafios científicos e societais atuais, tendo por base os <a class="external-link" href="https://www.unric.org/pt/17-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel" target="_blank">17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas para 2030</a>.</p>
<p> </p>
<p><em>Os investigadores do INESC TEC mencionados na notícia têm vínculo ao INESC TEC, à UP-FEUP e à UP-FCUP.</em></p>
<p> </p>
<p><em>Créditos das fotos 1, 2 e 3 (Prémio Arquivo.pt) – Valter Gouveia/FCCN</em></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Especial</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-07-31T09:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://bip-archive.inesctec.pt/206/destaque.html">
    <title>INESC TEC desenvolve tecnologia laser para identificação de materiais </title>
    <link>http://bip-archive.inesctec.pt/206/destaque.html</link>
    <description>Os investigadores do Centro de Fotónica Aplicada (CAP) do INESC TEC desenvolveram uma tecnologia laser, baseada em inteligência artificial, que permite, em tempo real, identificar minerais e quantificá-los. O sistema desenvolvido, e protegido por um pedido de patente europeia, tem capacidade de autoaprendizagem, ou seja, mediante novos dados a tecnologia vai aprendendo qual o novo comportamento a adquirir.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h2>Tecnologia LASER identifica materiais</h2>
<p>Os investigadores do Centro de Fotónica Aplicada (CAP) do INESC TEC desenvolveram uma tecnologia laser, baseada em inteligência artificial, que permite, em tempo real, identificar minerais e quantificá-los. O sistema desenvolvido, e protegido por um pedido de patente europeia, tem capacidade de autoaprendizagem, ou seja, mediante novos dados a tecnologia vai aprendendo qual o novo comportamento a adquirir.</p>
<p><iframe frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/Ibro8oR0R7M" width="560"></iframe></p>
<h3>Como nasceu esta tecnologia?</h3>
<p>Para desenvolverem esta tecnologia, os investigadores do CAP utilizaram uma técnica chamada LIBS (laser-induced breakdown spectroscopy, na versão anglo saxónica, ou espectroscopia de plasma induzido por laser, na versão portuguesa). Foi criado um protótipo no contexto do projeto europeu de exploração de minas abandonadas iVAMOS!, que contou com a participação dos investigadores do Centro de Robótica e Sistemas Autónomos (CRAS) do INESC TEC no desenvolvimento de soluções robóticas autónomas.</p>
<p>Foi no âmbito do projeto iVAMOS! que decorreu um dos testes de validação deste sistema laser. “Estávamos a fazer testes numa mina Inglaterra quando alguns dos robôs desenvolvidos pelo INESC TEC trouxeram à superfície minerais que os geólogos não conseguiam identificar. O sistema laser que desenvolvemos analisou com sucesso várias amostras, em tempo real, identificando os materiais e quantificando os elementos”, explica Pedro Jorge, investigador do CAP.</p>
<h3>Como funciona a tecnologia?</h3>
<p>A técnica desenvolvida permite pulverizar a amostra de minerais colocada no laser, gerando um plasma que, quando arrefece, emite as riscas de energia específicas de cada elemento. É a partir desses dados que o sistema de inteligência artificial percebe qual o elemento a identificar e qual a respetiva quantidade.</p>
<p>“Um só elemento pode ter centenas de riscas de energia e uma matéria prima pode ter milhares. Perceber as riscas de energia de cada elemento é, no fundo, ter acesso a uma espécie de impressão digital do elemento”, explica Pedro Jorge, que é também um dos inventores desta tecnologia que já tem um pedido de patente europeia submetido.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/206/imagens/corpotexto.png/@@images/c0d9b4d2-cc94-4d0d-bf70-d8e1b1cd62cc.png" alt="1" class="image-inline" title="1" /></p>
<h3>Quais as vantagens do SMART LIBS em relação ao que já existe?</h3>
<p>A tecnologia desenvolvida pelos investigadores do INESC TEC é mais rápida do que os processos existentes atualmente, que obrigam a que as amostras sejam enviadas para um laboratório. Outra das vantagens está relacionada com os erros que os dispositivos portáteis apresentam e que o SMART LIBS não tem, uma vez que, usando um método de inteligência artificial transparente, explica ao utilizador humano que informação está a usar para identificar e quantificar o composto químico em análise. </p>
<h3>Quais as aplicações da tecnologia desenvolvida?</h3>
<p>A tecnologia poderá ser usada em aplicações em diversos setores de atividade, desde ambiente, agricultura, saúde, herança cultural, entre outros.</p>
<p>Para além da aplicação a diferentes setores de atividade, esta solução vai permitir no contexto específico da mineração aproveitar materiais, poupar recursos e diminuir o impacto ambiental. Este grupo de investigadores viu recentemente aprovados dois projetos, financiados pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, que lhes vai permitir estudar a tecnologia em contextos como a mineração de lítio, contaminação de solos e agricultura de precisão.</p>
<p>O objetivo passa agora por transferir esta tecnologia para a indústria, integrando este software de inteligência artificial transparente em dispositivos mais pequenos e portáteis.</p>
<p>“Já existem empresas com este tipo de sistemas semi portáteis. O problema é que não têm capacidade de algoritmia para identificar e quantificar, em tempo real e com erros aceitáveis, determinados elementos. Nós conseguimos de forma imediata, através do nosso protótipo, identificar corretamente o teor de lítio, entre outros elementos”, conclui Rui Martins, também investigador do CAP e coinventor da patente submetida.</p>
<p>A equipa responsável pelo desenvolvimento desta tecnologia é composta por: Pedro Jorge, Rui Martins, Diana Guimarães e Miguel Ferreira, do CAP. São também coinventores Eduardo Silva, José Miguel Almeida e Alfredo Manuel Martins, do CRAS.</p>
<p> </p>
<p><i>Os investigadores do INESC TEC mencionados na notícia têm vínculo ao INESC TEC e ao P.Porto-ISEP.</i></p>
<p><i></i> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Destaque</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-07-31T09:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://bip-archive.inesctec.pt/205/especial.html">
    <title>INESC TEC apresenta tecnologias para as áreas da saúde, mar, indústria, energia e media</title>
    <link>http://bip-archive.inesctec.pt/205/especial.html</link>
    <description>Os três projetos integrados de I&amp;D do INESC TEC - CORAL, TEC4GROWTH e NANOSTIMA – chegam ao fim com sessão pública de apresentação de resultados, que decorreu na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, no dia 28 de junho. Os três projetos representaram um financiamento superior a 12 milhões de euros do programa Norte 2020.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h2>Os objetivos do CORAL, TEC4GROWTH e NANOSTIMA</h2>
<p>Os três projetos tinham como objetivo a investigação científica multidisciplinar para explorar várias áreas do conhecimento gerando assim tecnologias transversais de largo espectro.</p>
<p>Os resultados dos projetos vão ao encontro da "estratégia regional de especialização inteligente" definida pelo Norte 2020 e cujo objetivo assenta no reforço das "capacidades da região na investigação científica, no desenvolvimento tecnológico e na inovação", explica Luís Seca, administrador executivo do INESC TEC.</p>
<h3>A sessão de encerramento</h3>
<p>Foram oito as tecnologias, com aplicações nas áreas da saúde, mar, indústria, energia e <i>media</i> que estiveram em mostra no dia 28 de junho.</p>
<p>Tecnologias para análise de células e estruturas sub celulares nanométricas, sensores de CO2, ferramentas para auxiliar na circulação oceânica, ferramentas de inteligência artificial e visão por computador para anotações de conteúdo multimédia, tecnologias de realidade aumentada, tecnologias para carregamento de veículos elétricos ou ferramentas de auxílio aos radiologistas na reconstrução mamária foram algumas das tecnologias que estiveram em exposição.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/205/imagens/TecnologiasPI.png/@@images/765642fc-ceac-4234-b25f-d742774b6452.png" alt="1" class="image-inline" title="1" /></p>
<p>Para os investigadores envolvidos, estes projetos foram um desafio no que diz respeito à exploração de diferentes áreas de conhecimento.</p>
<p>Um desses exemplos é o Fashion.Finder. “Na tecnologia Fashion.Finder desenvolvemos ferramentas, com recurso a técnicas de inteligência artificial, visão por computador e <i>crowdsourcing</i>, que permitem identificar elementos e acessórios de moda em conteúdos audiovisuais, como fotografias e vídeos de campanhas fotográficas de moda, desfiles, etc.”, explica Paula Viana, investigadora do Centro de Telecomunicações e Multimédia do INESC TEC (CTM) responsável pela linha FourEyes do projeto TEC4GROWTH.</p>
<p>Mas não só na indústria da moda tem aplicação o Fashion.Finder. A tecnologia pode ser também adaptada a áreas como o fotojornalismo, conteúdos noticiosos ou de eventos, permitindo por exemplo a identificação de personalidades em material de arquivo que possa ser reutilizado, e otimizando assim todo o processo de criação de novos materiais audiovisuais em tempos curtos, como é normalmente o requisito em ambiente jornalístico. </p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/205/imagens/copy_of_ESPECIAL.JPG/@@images/4f6a3313-b07a-4115-9a77-861f4aef2ea0.jpeg" alt="2" class="image-inline" title="2" /></p>
<p>Foram também várias as tecnologias apresentadas na área da saúde. Desenvolvido no âmbito do projeto NANOSTIMA, o <i>Intelligent Lab on Fiber</i> (iLoF), tinha como objetivo desenvolver um método capaz de tornar uma fibra ótica num biossensor, recorrendo a técnicas de processamento de sinal e de inteligência artificial, de modo a explorar parâmetros-chave provenientes da interação de células e estruturas sub celulares com a luz de um laser e, através desses padrões, obter informações de diagnóstico e prognóstico.</p>
<p>“O iLoF, que já tem uma patente registada e pendente, pode contribuir futuramente para o desenvolvimento do conceito de Medicina Personalizada, particularmente na área do cancro e das doenças neuro degenerativas, contribuindo para a obtenção de “assinaturas biológicas” específicas de cada doença em fluídos biológicos (ex. plasma do sangue) de uma forma simples, rápida, não invasiva e de baixo custo. Tendo acesso a esta base de dados de “impressões digitais óticas” dos vários bio marcadores (células, nano-vesículas) diversos estudos poderão ser conduzidos, incluindo a previsão do prognóstico de uma determinada doença ou a definição de subtipos de doenças dentro de um tipo mais geral”, refere João Paulo Cunha, coordenador do Centro de Engenharia Biomédica do INESC TEC.</p>
<p>Ainda na área da saúde, uma das tecnologias que esteve em mostra, desenvolvida em colaboração com a Fundação Champalimaud e também com um pedido de patente já submetido, tem como objetivo auxiliar os radiologistas na deteção e caracterização dos vasos perfurantes epigástricos inferiores, relevantes no planeamento de cirurgias de reconstrução mamária.</p>
<p>Ricardo Araújo, investigador do CTM explica que “os resultados alcançados mostram que é possível automatizar grande parte de um processo bastante moroso para a equipa de radiologia, sem comprometer a precisão dos relatórios produzidos. Além disso, o uso destes algoritmos permite obter resultados mais objetivos, culminando num processo de caracterização das redes vasculares mais reprodutível. Acreditamos que isto liberte uma porção significativa do tempo despendido pelos radiologistas para outras tarefas que precisem de executar, e que reduza o número de ocasiões em que a caracterização efetuada não seja precisa (devido à subjetividade por exemplo) e leve à necessidade de reformular o plano para extração de tecido durante a cirurgia”.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/205/imagens/TODOS.JPG/@@images/901d68d4-a53e-4406-a218-635cc149198f.jpeg" alt="1" class="image-inline" title="1" /></p>
<p>Antes de todos se dirigirem para a mostra tecnológica para ver e testar as tecnologias disponíveis, João Claro, presidente da comissão executiva do INESC TEC, Fernando Freire de Sousa, presidente da CCDR-Norte, João Falcão e Cunha, diretor da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e Pedro Rodrigues, vice-reitor da Universidade do Porto, fizeram o encerramento formal dos projetos integrados. </p>
<h3><b>Financiamento e parceiros</b></h3>
<p>Os projetos "<a class="external-link" href="http://tec4growth.inesctec.pt/">TEC4Growth</a> - Pervasive Intelligence, Enhancers and Proofs of Concept with Industrial Impact/NORTE-01-0145-FEDER-000020", “NanoSTIMA- Macro-to-Nano Human Sensing: Towards Integrated Multimodal Health Monitoring and Analytics/NORTE-01-0145-FEDER-000016” e “CORAL- Sustainable Ocean Exploitation: Tools and Sensors/NORTE-01-0145-FEDER-000036” são financiados pelo Programa Operacional Regional do Norte (NORTE2020) através do Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).</p>
<p>Os parceiros projeto do Projeto <a href="http://coral.ciimar.up.pt/">CORAL</a> são o CIIMAR e o INESC TEC. Já o <a href="http://nanostima.inesctec.pt/">NANOSTIMA</a> tem como parceiros, além do INESC TEC, o CINTESIS, a FMUP, o IT, o CIDESD. O Centro Hospitalar de São João, a FMUP, o IBMC, a Fundação Champalimaud, a Universidade de Wisconsin e o HUC são parceiros associados do NANOSTIMA, que tem ainda a Amkor Technology, a Biodevices e a Nanium como consultores.</p>
<p><i>Os investigadores do INESC TEC mencionados na notícia têm vínculo ao INESC TEC, à UP-FEUP e ao IPP-ISEP.</i><i></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Especial</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-28T09:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://bip-archive.inesctec.pt/205/destaque.html">
    <title>Projeto VR2Market chega ao fim</title>
    <link>http://bip-archive.inesctec.pt/205/destaque.html</link>
    <description>VR2Market - Vital Responder to Market foi o nome do projeto que reuniu um grupo de investigadores de Portugal e dos EUA para o desenvolvimento de tecnologias que permitem, entre outras aplicações, monitorizar os sinais vitais e variáveis ambientais a que profissionais como bombeiros, polícias ou paramédicos, estão expostos. O VR2Market chegou ao fim a conferência de encerramento decorreu no edifício sede do INESC TEC no dia 26 de junho. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h2>Projeto VR2Market chega ao fim</h2>
<p>VR2Market - Vital Responder to Market foi o nome do projeto que reuniu um grupo de investigadores de Portugal e dos EUA para o desenvolvimento de tecnologias que permitem, entre outras aplicações, monitorizar os sinais vitais e variáveis ambientais a que profissionais como bombeiros, polícias ou paramédicos, estão expostos. O VR2Market chegou ao fim e a conferência de encerramento decorreu no edifício sede do INESC TEC no dia 26 de junho.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/205/imagens/copy_of_MJ33896.JPG/@@images/416a9e0b-0fae-40c6-8cd9-385426b0afaa.jpeg" alt="1" class="image-inline" title="1" /></p>
<h3>As tecnologias e os objetivos do VR2Market</h3>
<p>Obter índices de fadiga, níveis de exposição perigosos ao calor, stress, gases nocivos, entre outros, que podem ser utilizados para proteger estes profissionais e, assim, aumentar a segurança das operações destas equipas e melhor as gerir no terreno em casos como, por exemplo, de desastres naturais. Como? Através de tecnologias como sensores vestíveis, uma plataforma baseada na internet das coisas (IoT) para monitorização da exposição a níveis perigosos de diferentes agentes e de picos de stress fisiológico de equipas de profissionais de primeira resposta e de um motor de análise de dados biomédicos e ambientais capaz de detetar diferentes estados perigosos para estes profissionais.</p>
<p>De todo este desenvolvimento resultaram várias tecnologias inovadores, entre as quais, três foram protegidas através de patente. O objetivo era a criação de sinergias entre tecnologias vestíveis inovadoras, redes de sensores, IoT e sistemas de localização precisa para explorar novas formas de monitorizar profissionais de primeira resposta para melhorar a sua segurança e saúde ocupacional.</p>
<p>“Com estas tecnologias podemos proteger melhor os nossos profissionais de primeira resposta, mas não só, uma vez que as soluções que desenvolvemos podem ser adaptadas a outros profissionais de risco e até a novos cenários. As tecnologias já foram testadas em ambientes extremos, com bombeiros, por exemplo. Até ao momento, o que os profissionais usavam neste tipo de situações eram apenas sensores de monóxido de carbono, e quando estes dispositivos estavam disponíveis”, explica Duarte Dias, investigador do Centro de Investigação em Engenharia Biomédica (C-BER) do INESC TEC.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/205/imagens/copy_of_picturemessage_gjdk3lc1.lv4.png/@@images/3fc82c61-fd36-4c73-93db-69c0e998f431.png" alt="2" class="image-inline" title="2" /></p>
<h3><b>A sessão de encerramento do projeto</b></h3>
<p>A abertura da conferência foi feita por João Claro, presidente da comissão executiva do INESC TEC, e João Paulo Cunha, investigador principal do projeto e coordenador do C-BER. De seguida, cada parceiro do projeto apresentou os resultados pelos quais foi responsável. O INESC TEC começou por apresentar os dispositivos vestíveis para sensorização humana, seguiu-se o Instituto de Telecomunicações com a infraestrutura de rede, depois o IEETA com o sistema IoT e a plataforma de gestão e, por último, o INESC TEC com a cadeia de fornecimento e a estratégia de negócio. Juntos, o INESC TEC e o IEETA, apresentaram os resultados gerais do projeto e dos testes no terreno.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/205/imagens/copy_of_921A0425.JPG/@@images/402cb35b-a651-4028-8b05-1a5b905ad767.jpeg" alt="3" class="image-inline" title="3" /></p>
<p>A sessão de demonstração dos resultados decorreu a meio da tarde, onde todos os participantes tiveram oportunidade de ver e experimentar as tecnologias desenvolvidas.</p>
<p>Houve ainda tempo para uma keynote especial dada por Bob Iannucci da Carnegie Mellon University (CMU) de Silicon Valley, que a fez a partir de Mountain View, Califórnia, apresentando os resultados da colaboração no projecto e as perspectivas futuras no novo projecto já submetido recentemente ao programa CMU-Portugal .</p>
<h3><b>O futuro destas tecnologias</b></h3>
<p>As três tecnologias desenvolvidas no âmbito do projeto vão integrar os produtos de uma nova empresa spin-off chamada WeSENSS. A nova <i>spin-off</i> do INESC TEC tem como objetivo o desenvolvimento de novos dispositivos <i>wearable</i> aplicados a diversos tipos de profissionais e cenários.</p>
<p>“Estamos neste momento a incorporar as nossas tecnologias de sensorização dos profissionais na plataforma UNO, pertencente ao grupo EQS, que, entre outros serviços, monitoriza instalações industriais na área petrolífera”, exemplifica o investigador Duarte Dias.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/205/imagens/copy2_of_921A0401.JPG/@@images/a774dfb7-1657-4fde-9bc8-22813bb90fe5.jpeg" alt="4" class="image-inline" title="4" /></p>
<h3><b>Parceiros e financiamento do VR2Market </b></h3>
<p>Este projeto foi desenvolvido pelo INESC TEC, IEETA, Instituto de Telecomunicações, Biodevices SA, CMU – Robotics Institute, Pitsburgh e CMU – Silicon Valley, com o apoio das empresas Biodevices e Petratex e com um financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) no âmbito do Programa CMU Portugal.</p>
<p>Foram vários os centros do INESC TEC que participaram neste projeto. Para além do C-BER, já referido, fizeram parte do VR2Market o Centro de Engenharia de Sistemas Empresariais (CESE) e o Centro para a Inovação, Tecnologia e Empreendedorismo (CITE). Os investigadores do INESC TEC que colaboraram no projeto foram: João Paulo Cunha (investigador principal), Catarina Maia, Ana Barros, Duarte Dias, Susana Rodrigues, Joana Paiva, Erwan Spilmont Luís Valente e Vítor Minhoto.</p>
<p> </p>
<p><i>Os investigadores do INESC TEC mencionados na notícia têm vínculo ao INESC TEC e à UP-FEUP.</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Destaque</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-28T09:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://bip-archive.inesctec.pt/204/noticia-ev06.html">
    <title>Robótica Industrial apresentada a estudantes em Vila Real</title>
    <link>http://bip-archive.inesctec.pt/204/noticia-ev06.html</link>
    <description>Colaboradores do Centro de Robótica Industrial e Sistemas Inteligentes (CRIIS) do INESC TEC, participaram, no dia 10 de maio, num evento destinado a estudantes do secundário. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Luís Santos, Pranjali Shinde e Jorge Mendes, colaboradores do Centro de Robótica Industrial e Sistemas Inteligentes (CRIIS) do INESC TEC, participaram, no dia 10 de maio, num evento destinado a estudantes do secundário, com o objetivo de dar a conhecer o trabalho da universidade, nomeadamente na aplicação de tecnologia a contextos reais.</p>
<p>Raul Morais, professor na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e investigador no CRIIS, juntamente com Filipe Santos, também investigador do CRIIS, foram os promotores desta iniciativa, que pretendeu apresentar, neste caso, projetos de robótica ligados particularmente à agricultura inteligente, nomeadamente o projeto ROMOVI, com o sentido de também cativar jovens estudantes para esta área multidisciplinar.</p>
<p>Organizado pelo polo do INESC TEC/CRIIS na UTAD e pela própria UTAD, no âmbito das atividades da universidade aberta, estiveram presentes cerca de 200 alunos da Escolas Secundária de Penafiel. </p>
<p> </p>
<p><i>Os investigadores mencionados na notícia têm vínculo ao INESC TEC e à UTAD. </i></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Notícia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eventos &amp; Visitas</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-31T09:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://bip-archive.inesctec.pt/204/especial.html">
    <title>INESC TEC inaugura laboratório para a indústria e inovação</title>
    <link>http://bip-archive.inesctec.pt/204/especial.html</link>
    <description> “Industry and Innovation Lab” (iiLab) – é este o nome do novo laboratório inaugurado pelo INESC TEC. O iiLab dedica-se às Tecnologias Avançadas de Produção, em particular da Indústria 4.0, e apresenta um conjunto de tecnologias e resultados de projetos de I&amp;D que envolveu um investimento superior a um milhão de euros.  O novo laboratório do INESC TEC localiza-se no Hipercentro. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h2><span>Missão e objetivos do iilab</span></h2>
<p>A missão do iilab é demonstrar e divulgar conceitos e tecnologias avançadas para a digitalização da produção incluindo robótica, automação, simulação, realidade virtual e aumentada, sistemas de apoio à decisão e sistemas ciber-físicos. O laboratório será um espaço de experimentação, prototipagem e formação avançada especialmente vocacionado para empresas industriais utilizadoras e desenvolvedoras de tecnologias.</p>
<p></p>
<p><iframe frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/a3uVkDaCXv4" width="560"></iframe></p>
<p>“Queremos que o nosso laboratório seja um espaço aberto para potenciar a colaboração entre comunidade industrial e académica. O nosso objetivo é, recorrendo às soluções tecnológicas de que dispomos e ao nosso know-how científico, ter um papel preponderante na competitividade da economia nacional”, explica Luís Carneiro, administrador executivo do INESC TEC.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/204/imagens/921A8225.JPG/@@images/cfefc81e-342d-4167-bdb2-31f2ddf7aea7.jpeg" alt="1" class="image-inline" title="1" /></p>
<p>António Paulo Moreira, coordenador do Centro de Robótica Industrial e Sistemas Inteligentes (CRIIS) do INESC TEC, acrescenta: “O que pretendemos é que os empresários possam visitar o espaço, que tem semelhanças com as instalações industriais, e lá possam tirar ideias e experimentar soluções sem terem de parar a linha de montagem das suas próprias empresas”.</p>
<p>Para além da demonstração das diferentes tecnologias, o laboratório vai oferecer também uma componente de formação. Cursos de pós-graduação estarão disponíveis para quadros superiores e engenheiros focados nas novas tecnologias da indústria 4.0. De acordo com Américo Azevedo, coordenador do Centro de Engenharia de Sistemas Empresariais (CESE), o objetivo é formar e informar, uma vez que muitos empresários industriais não sabem bem o que está por detrás da indústria 4.0.</p>
<h3>O investimento no iiLab</h3>
<p>O laboratório já está equipado com 12 robôs com aplicações em diferentes setores industriais. Alguns exemplos são a indústria automóvel e aeroespacial, representada pelo ColRobot que ajuda o operador humano nos processos de montagem inerentes a estes setores, a indústria alimentar, que conta com o Triho para auxiliar na distribuição de refeições hospitalares ou outras cargas pesadas e com um transporte ineficiente ou prejudicial para a saúde. Outros exemplos de aplicações transversais à indústria vão estar presentes no laboratório. </p>
<p>O iiLab representa um investimento superior a um milhão de euros provenientes de projetos nacionais com financiamento ao abrigo do programa Portugal 2020 – cerca de 700 mil euros -, projetos de financiamento europeu – aproximadamente 300 mil euros – e prestações de serviço a empresas – cerca de 300 mil euros.</p>
<h3>A inauguração do iiLab</h3>
<p>Foi no dia 28 de maio que o iiLab foi inaugurado. Esta inauguração inseriu-se no âmbito da iniciativa Demonstrador Tecnológico “Tecnologias de Produção e Sistemas Ciber-físicos”, promovida pela Agência Nacional de Inovação (ANI).</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/204/imagens/Demonstradoreiilab12.jpg/@@images/53d30690-351b-4fe9-849c-84ecbcafe514.jpeg" alt="2" class="image-inline" title="2" /></p>
<p>A sessão de abertura foi feita no auditório principal do edifício sede do INESC TEC por José Manuel Mendonça, presidente do Conselho de Administração (CA) do INESC TEC, seguido de Eduardo Maldonado, presidente do CA da ANI e de João Correia Neves, Secretário de Estado da Economia.</p>
<p>Foi por volta das 10h30 que, depois de chegada a comitiva às instalações do iiLab, a fita que marcou a inauguração oficial do laboratório foi cortada. Foi depois feita uma visita ao iiLab e aos treze demonstradores tecnológicos expostos no laboratório – transporte autónomo de cargas por reboque, transporte de cargas com manipulador robótico, transporte de cargas para outdoor, transporte de cargas, empilhador autónomo, logística interna baseada em tapetes de rolos e veículos autónomos inteligentes, manipuladores móveis colaborativos e adaptáveis, linha robotizada colaborativa para empacotamento, cooperação homem-robô para assemblagem, <i>advanced plant model</i>, simulação operacional de linhas de produção, simulação da cadeia de abastecimento e indústria 4.0 aplicada à indústria do calçado.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/204/imagens/Demonstradoreiilab.jpg/@@images/531c366f-4bef-44f6-ae3e-0057f4ecc1ad.jpeg" alt="3" class="image-inline" title="3" /></p>
<p>Ainda no âmbito do demonstrador tecnológico da ANI foi feita uma visita ao Laboratório de Redes Elétricas Inteligentes e Veículos Elétricos do INESC TEC, localizado no edifício sede, onde estiveram também expostas uma série de tecnologias, desde a área da energia, à robótica para o mar profundo ou aplicada à agricultura, passando pela realidade aumentada. O encerramento da sessão foi feito por António Bob Santos, administrador da ANI.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/204/imagens/921A8264.JPG/@@images/79b946cc-44de-4282-9036-acea3eb1ea57.jpeg" alt="4" class="image-inline" title="4" /></p>
<p>Este evento SIAC – Iniciativa de Transferência de Conhecimento teve como objetivo envolver o tecido empresarial nacional com os resultados de inovação e empreendedorismo de base científica e tecnológica.</p>
<p>A <a href="https://www.ani.pt/media/3495/ficha_projeto-siac.pdf" target="_blank">Iniciativa de Transferência de Conhecimento</a> é um projeto ANI cofinanciado pelo COMPETE 2020, através do Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/204/imagens/barra.png/@@images/80d2f2b6-072f-40e3-a55d-3097e7c33084.png" alt="4" class="image-inline" title="4" /></p>
<p>O iiLab é cofinanciado pelo FITEC, Programa Interface.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/204/imagens/barrafinanc.jpg/@@images/4e657cab-e892-473e-9436-c71afd73d5fc.jpeg" alt="5" class="image-inline" title="5" /></p>
<h3>A equipa do iiLab</h3>
<p>Ao iiLab vão estar associados entre 30 a 40 investigadores do Centro de Robótica Industrial e Sistemas Inteligentes (CRIIS) e do Centro de Engenharia de Sistemas Empresariais (CESE). Fizeram parte da <i>task force</i> que tornou possível a inauguração deste laboratório os seguintes colaboradores do INESC TEC: A. Paulo Moreira, Américo Azevedo, Lucas Soares, Germano Veiga, Manuel Silva, Hélio Mendonça, Ana Barros, Cláudia Rocha, Tiago Mendonça, Joana Dias, Paulo Rebelo, Carlos Costa, Marcelo Petry, Luís Rocha, Diana Guimarães, Rafael Arrais, Héber Sobreira, Eurico Sousa, Paulo Costa, Pedro Costa, J. Magalhães Lima, João Pedro Souza, Henrique Domingos, Paulo Ribeiro, Pedro Melo, João Basto, Narciso Romão, Rui Dias, Elder Hernandez, César Toscano, Roberto Vita, Ana Simões, Flávia Ferreira, Grasiela Almeida, Marta Oliveira e Sandra Pinto.<i><br /></i></p>
<p><i> </i></p>
<p><i>Os investigadores do INESC TEC mencionados na notícia têm vínculo ao INESC TEC e à UP-FEUP.</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Especial</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-31T09:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://bip-archive.inesctec.pt/204/destaque.html">
    <title>INESC TEC lidera projeto europeu de 36M€ para digitalização do sistema elétrico</title>
    <link>http://bip-archive.inesctec.pt/204/destaque.html</link>
    <description>O maior projeto colaborativo europeu aprovado pela Comissão Europeia, ao abrigo do programa de financiamento Horizonte 2020, chama-se InterConnect e vai ser liderado pelo INESC TEC. O projeto vai dispor de um financiamento de 36 milhões de euros para desenvolver e demonstrar soluções avançadas para a digitalização e interoperabilidade do sistema elétrico.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h2>Os objetivos do Interconnect</h2>
<p>As soluções desenvolvidas no âmbito do InterConnect vão permitir uma digitalização do sistema elétrico baseada em arquiteturas para a internet das coisas (IoT – <i>Internet of Things</i>) que, através de diversas plataformas digitais como <i>Blockchain</i>, <i>cloud</i> e <i>P2P</i> e utilizando uma ontologia universal, SAREF, garanta a interoperabilidade entre equipamentos e sistemas e ao mesmo tempo assegure a privacidade e a cibersegurança dos dados dos diferentes utilizadores.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/204/imagens/communication1439187_1920.jpg/@@images/e0ef79cc-ce96-4771-8aa2-3e1a379cfeec.jpeg" alt="1" class="image-inline" title="1" /></p>
<p>“Um dos objetivos que queremos testar e validar neste projeto são cenários de edifícios e redes inteligentes (domésticos e não-domésticos), em que os sistemas existentes comunicam entre si através de ontologias comuns criando uma lógica de modularidade e interoperabilidade. Numa casa poderemos ter tanto uma <i>box</i> local como um sistema remoto em <i>cloud</i>, que, interagindo com os diferentes dispositivos de forma universal, vai facilitar a gestão do portfólio energético existente”, explica David Rua, o investigador principal deste projeto e investigador sénior do Centro de Sistemas de Energia (CPES) do INESC TEC.</p>
<p>Vão poder usufruir destas soluções os utilizadores de energia em edifícios, sejam eles residenciais ou terciários, os operadores da rede de distribuição e os comercializadores de energia. O esperado contributo para uma maior interoperabilidade dará suporte a sistemas de <i>Big Data</i> e a potenciação do uso de sistemas de inteligência artificial para a criação de novos serviços para edifícios e para a rede.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/204/imagens/iot3337536_1920.png/@@images/524f1308-e1a4-4089-986b-5de6e3e21b36.png" alt="2" class="image-inline" title="2" /></p>
<p>David Rua explica ainda que o grande objetivo do projeto é o de ter uma solução passível de ser utilizada por todos. Quer isto dizer que “por exemplo, no caso dos edifícios domésticos, se trocarmos uma máquina de lavar inteligente de uma marca por outra de outra não temos de trocar a plataforma que as gere”. A troca de informação será assente no desenvolvimento de metodologias que garantam que não existem constrangimentos para o consumidor final ou para quem explora serviços, que não ficam reféns de fabricantes ou de soluções próprias fechadas. Para os fabricantes estas metodologias pressupõem que se considerem abordagens ontologicamente independentes e sejam criadas interfaces através das quais seja possível trocar informação de forma estruturada e aberta, ainda que exista a necessidade de proteger segmentos de comunicação específicos do modelo de negócio próprio”.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/204/imagens/David.jpg/@@images/fef91579-3249-4377-a775-086cf1fc6215.jpeg" alt="3" class="image-inline" title="3" /></p>
<h3><b>A rede europeia que a <i>call</i> que deu vitória ao InterConnect mobilizou</b></h3>
<p>O concurso lançado pela Comissão Europeia, e intitulado “Digitising and transforming European industry and services (DT)” no tópico “Interoperable and smart homes and grids”, mobilizou 140 entidades europeias, que se dividiram por três consórcios. Depois de analisadas as três candidaturas submetidas, um painel de peritos internacionais atribuiu a melhor pontuação (14 em 15 pontos) à proposta liderada pelo INESC TEC.</p>
<p>O InterConnect, que inclui a participação de 51 entidades de 11 países europeus, terá uma duração de quatro anos. Os participantes nacionais são, para além do INESC TEC, a EDP Distribuição, a SONAE, a Domótica SGTA, e a Schneider Electric Portugal, que juntos captaram cerca de quatro milhões de euros de financiamento comunitário.</p>
<p>Os desenvolvimentos do projeto serão validados em grandes demonstradores que distribuem por sete países (Portugal, França, Holanda, Bélgica, Alemanha, Itália e Grécia) nos quais serão aplicadas as diferentes soluções digitais que farão parte de uma <i>toolbox</i> de interoperabilidade que estará disponível, de forma aberta, para outras entidades durante e após o projeto.</p>
<p>Os centros do INESC TEC que participam no InterConnect são: o CPES, o Laboratório de Software Confiável (HASLab) e o Centro de Telecomunicações e Multimédia (CTM). O projeto arrancará oficialmente em outubro de 2019.</p>
<p> </p>
<p><i>O investigador do INESC TEC mencionado na notícia tem vínculo ao INESC TEC.</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Destaque</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-31T09:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://bip-archive.inesctec.pt/203/especial.html">
    <title>INESC TEC organizou Festival Nacional de Robótica 2019</title>
    <link>http://bip-archive.inesctec.pt/203/especial.html</link>
    <description>O INESC TEC, em conjunto com a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), organizou de 24 a 28 de abril o Festival Nacional de Robótica. O evento, que contou com cerca de 500 participantes, nacionais e internacionais, nas competições de robótica que decorreram, realizou-se no Pavilhão Multiusos de Gondomar. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h2>Sobre o festival de robótica</h2>
<p>Este evento, promovido pela Sociedade Portuguesa de Robótica (SPR), tinha como objetivo a promoção da Ciência e Tecnologia junto dos jovens, professores e investigadores, mas também de todos aqueles que se interessam pela área, através de competições de robôs autónomos. A SPR elegeu o INESC TEC e a FEUP como organizadores oficiais do Festival Nacional de Robótica 2019.</p>
<p>Foi neste Festival que se apuraram as equipas portuguesas para os eventos internacionais RoboCup, duas competições de robótica, uma mundial e outra europeia, que reúnem as melhores equipas de cada país, e onde Portugal tem apresentado um historial de sucesso. Existiam dois escalões de competição que dão acesso ao apuramento: júnior e sénior.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/203/imagens/20190426_143126.jpg/@@images/4e083502-1119-4190-b05b-45a63cdd35fb.jpeg" alt="1" class="image-inline" title="1" /> </p>
<p>As equipas que vão representar Portugal nos eventos internacionais RoboCup, nas diversas ligas, são:<b></b></p>
<ul>
<li><b>RoboCup 2019 Sydney</b> (<a class="external-link" href="https://2019.robocup.org/" target="_blank">https://2019.robocup.org/</a>):</li>
</ul>
<p> - Middle Size League: CAMBADA</p>
<p> - Simulation 3D: FCPortugal3D</p>
<p> - RoboCupJunior OnStage: TUPI, Epra Soul</p>
<p> - RoboCupJunior Busca e Salvamento em Linha: Django</p>
<p> - RoboCupJunior Busca e Salvamento no Labirinto: CENFIM OAZ</p>
<p> - RoboCupJunior Busca e Salvamento em Simulação: Barcelinhos Robotics RS</p>
<p> - RoboCupJunior Futebol Liga Leve: AGSG 2</p>
<p> - RoboCupJunior Futebol Liga Aberta: AGSG 1</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/203/imagens/921A7734.JPG/@@images/2349f560-373e-40c9-adc0-4e0ca4ae370c.jpeg" alt="festival" class="image-inline" title="festival" /></p>
<ul>
<li><b>European RoboCupJunior Championship 2019 </b>(<a class="external-link" href="https://rcj2019.eu/" target="_blank">https://rcj2019.eu/</a> )</li>
</ul>
<p> - RoboCupJunior OnStage: ALL TOGETHER, Barcelinhos, Saravá Robótico, 5G</p>
<p> - RoboCupJunior Busca e Salvamento em Linha: STORM, LAICA</p>
<p> - RoboCupJunior Busca e Salvamento no Labirinto: MAZE RUNNER, EvolveR</p>
<p> - RoboCupJunior Busca e Salvamento em Simulação: Robotic Builders, ESA Robots 1</p>
<p> - RoboCupJunior Futebol Liga Leve: AGSG 3, AGSG 4</p>
<p> - RoboCupJunior Futebol Liga Aberta: Botnroll, EPF_RJ</p>
<h3>As Competições</h3>
<p>A competição júnior destinava-se a alunos cuja idade não pode ser superior a 19 anos. Estas equipas eram obrigadas a terem um mentor, que podia ser um professor, mas que no dia das competições não pôde estar junto da equipa.</p>
<p>Por sua vez, a competição sénior destinava-se, sobretudo, a equipas que pertencessem a universidades, politécnicos e institutos de investigação nacionais e internacionais (Alemanha, Holanda, Croácia e Espanha). Na Liga Sénior as equipas podiam ter mais do que cinco membros.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/203/imagens/junior.jpg/@@images/4c1bb688-ff29-471f-aaf4-b2310b1f521d.jpeg" alt="2" class="image-inline" title="2" />  <img src="http://bip-archive.inesctec.pt/203/imagens/senior.jpg/@@images/81e003e7-1531-46fc-8e48-2d5f24b3ab0c.jpeg" alt="3" class="image-inline" title="3" /></p>
<h3><b>Os resultados das competições</b></h3>
<p>Foram sete os tipos de competição que fizeram parte da competição sénior. Os vencedores, em cada uma das categorias, foram:</p>
<ul>
<li>Futebol Robótico Médio: CAMBADA</li>
<li>Liga de Simulação 3D: magmaOffenburg</li>
<li>Condução Autónoma: Major Alvega</li>
<li>Robot@Factory: MinhoTeam 2.0</li>
<li>Robot@Factory Lite: IPB@Factory</li>
<li>Robot@Factory Rookie: Novatos</li>
<li>FreeBots: Augmented Colaboration</li>
</ul>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/203/imagens/compjunior.jpg/@@images/0473688a-1d2a-4a53-a73e-f46e68957553.jpeg" alt="competicaojunior" class="image-inline" title="competicaojunior" />  <img src="http://bip-archive.inesctec.pt/203/imagens/compsenior.jpg/@@images/5734c0ec-7453-42eb-b7fb-71e94d7c07db.jpeg" alt="competicaosenior" class="image-inline" title="competicaosenior" /></p>
<p>Foram também sete os tipos de competição que fizeram parte da competição júnior. Os vencedores, em cada uma das categorias, foram:</p>
<ul>
<li>Futebol Robótico Júnior, Liga Leve: AGSG 2</li>
<li>Futebol Robótico Júnior, Liga Aberta: AGSG 1</li>
<li>OnStage: TUPI</li>
<li>Busca e Salvamento Linha: Django</li>
<li>Busca e Salvamento Labirinto: CENFIM OAZ</li>
<li>Busca e Salvamento Simulação: Barcelinhos Robotics RS</li>
<li>FreeBots Júnior: Os Legend</li>
<li>First Challenger: Rocha 1</li>
</ul>
<h3><b>A mostra tecnológica</b></h3>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/203/imagens/mostra.jpg/@@images/82049e7f-5e86-4b0c-a8d9-bf70d69bad9b.jpeg" alt="mostra" class="image-left" title="mostra" /></p>
<p></p>
<p>“Ao mesmo tempo que decorriam as competições, o Festival Nacional de Robótica 2019 contou com uma mostra de projetos desenvolvidos nos vários clubes de robótica das escolas do 1º ciclo até ao ensino secundário. Foram também dinamizadas oficinas de formação na área da robótica e programação para alunos e professores do ensino básico e secundário. Tivemos ainda a oportunidade de receber escolas que organizaram visitas de estudo”, explica António Paulo Moreira, coordenador do Centro de Robótica Industrial e Sistemas Inteligentes (CRIIS) do INESC TEC.</p>
<p></p>
<p>A apoiar a organização deste festival estão a Câmara Municipal de Gondomar, Agrupamento de Escolas N.1 de Gondomar e Colégio Paulo VI de Gondomar e diversas outras instituições, incluindo o Instituto Superior de Engenharia do Politécnico do Porto, o Laboratório de Inteligência Artificial e Ciência de Computadores UP, a ESPE – Espinho, o CISTER, o Instituto Politécnico de Bragança, a UTAD e a Universidade de Aveiro.</p>
<h3><b>Conferência ICARS 2019 decorreu de 24 a 26 de abril</b></h3>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/203/imagens/conferencia.jpg/@@images/7fdde0f5-be1f-4a8f-8632-15772c151efb.jpeg" alt="conferencia" class="image-left" title="conferencia" /></p>
<p>Dois dias antes do Festival Nacional de Robótica, ou seja, de 24 a 26 de abril, realizou-se a 19ª IEEE - Conferência Internacional de Sistemas Robóticos Autónomos e Competições 2019 (ICARSC 2019), um evento anual que decorre em Portugal e que está sempre associado ao Festival Nacional de Robótica, e onde é a dada a oportunidade a investigadores nacionais e internacionais, na área da Robótica, de apresentarem os seus resultados de investigação mais recentes.</p>
<p>A Conferência realizou-se também no Pavilhão Multiusos de Gondomar. Estiveram presentes importantes nomes na área da Robótica, como Bruno Siciliano da Universidade de Nápoles em Itália.</p>
<p>Os investigadores do INESC TEC responsáveis pela organização do Festival Nacional de Robótica e da ICARSC 2019 foram: António Paulo Moreira, Cláudia Rocha, Manuel Silva, José Lima, Pedro Costa.</p>
<p><i> </i></p>
<p><i>Os investigadores do INESC TEC mencionados na notícia têm vínculo ao INESC TEC e à UP-FEUP, ao P.Porto -ISEP e ao IPB.</i></p>
<p><i> </i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Especial</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-30T09:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://bip-archive.inesctec.pt/203/noticia-ev04.html">
    <title>INESC TEC organiza debate e mostra tecnológica sobre os Sistemas de Energia do Futuro</title>
    <link>http://bip-archive.inesctec.pt/203/noticia-ev04.html</link>
    <description>“Os Sistemas de Energia do Futuro” – é este o mote para a discussão e mostra tecnológica que vão reunir empresas multinacionais, PME, investigadores, estudantes e membros do Governo no dia 29 de maio. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>“<a class="external-link" href="http://energyfuture.inesctec.pt/" target="_blank">Os Sistemas de Energia do Futuro</a>” – é este o mote para a discussão e mostra tecnológica que vão reunir empresas multinacionais, PME, investigadores, estudantes e membros do Governo no dia 29 de maio, a partir das 14h00, no grande auditório da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP). A organização deste evento é do INESC TEC e tem o carimbo da Comissão Europeia. A participação é gratuita, mas de registo obrigatório até 15 de maio <a class="external-link" href="http://energyfuture.inesctec.pt/#shapely_home_contact-2" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Um <i>drone</i> para inspeção de linha elétricas para reduzir o risco humano, custos operacionais e tempo, um sistema de gestão inteligente de consumo energético em casa ajustado às preferências dos utilizadores, uma plataforma de <i>gamificação</i> dedicada à maximização da eficiência energética e dotada de sensores capazes de monitorizar níveis de humidade, temperatura, concentração de CO2 ou luminosidade, um inversor inteligente para produção e armazenamento de energia fotovoltaica em ambiente doméstico e uma caixa de comunicações <i>wireless</i> para aplicação em plataformas <i>offshore</i> de fontes de energia renováveis – são algumas das tecnologias desenvolvidas pelo INESC TEC na área da energia que vão estar em mostra no dia 29 de maio.</p>
<p>A primeira parte do evento começará por apresentar algumas das soluções tecnológicas que o INESC TEC tem vindo a desenvolver na área da energia – com recurso a novas tecnologias para redes elétricas inteligentes, novos modelos de mercado de eletricidade e soluções baseadas em inteligência artificial - e que vão contribuir para a materialização de uma visão futura do sistema elétrico de energia 100% renovável.</p>
<p>O segundo painel reúne especialistas na área da energia que cobrem toda a cadeia de valor do setor elétrico. António Sá da Costa, antigo presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis e atual presidente da EREF (<i>European Renewable Energies Federation</i>), participará na discussão para abordar o tema das energias renováveis. Aurélio Blanquet, diretor na EDP Distribuição, vai participar no debate dando a perspetiva da rede elétrica de distribuição, já António Ramalho, CEO da EFACEC, falará sobre a tecnologia para as redes elétricas do futuro e mobilidade elétrica. O antigo presidente da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços de Energia) e atual presidente da NEWES, Jorge Vasconcelos, partilhará a visão sobre os mercados de eletricidade. Albino Marques da REN e Isabel Oliveira da DECO darão a perspetiva do gestor do sistema e rede de transporte e dos consumidores de energia, respetivamente. </p>
<p>O evento organizado pelo INESC TEC é apoiado pela iniciativa <i>Energy Days</i>, organizada pela Comissão Europeia no âmbito da <i>Sustainable Energy Week</i>. Os <i>Energy Days</i> são atividades que pretendem promover uma transição para a energia limpa e podem ser organizados por diferentes instituições, públicas ou privadas, nos diferentes países Europeus.</p>
<p>Mais informações sobre o evento podem ser consultadas aqui: <a class="external-link" href="http://energyfuture.inesctec.pt/" target="_blank">http://energyfuture.inesctec.pt/</a></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Notícia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eventos &amp; Visitas</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-30T09:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://bip-archive.inesctec.pt/203/destaque.html">
    <title>INESC TEC testa com sucesso robô para explorar minas inundadas </title>
    <link>http://bip-archive.inesctec.pt/203/destaque.html</link>
    <description>Foi no início de abril que o robô desenvolvido no âmbito do projeto europeu UNEXMIN foi testado com sucesso na antiga mina de urânio da Urgeiriça (Nelas, Viseu). Financiado pelo programa Horizonte 2020 da União Europeia, o projeto que desenvolveu uma plataforma robótica autónoma para investigar e mapear minas subterrâneas inundadas, juntou 12 organizações de sete países. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Foi no início de abril que o robô desenvolvido no âmbito do projeto europeu UNEXMIN foi testado com sucesso na antiga mina de urânio da Urgeiriça (Nelas, Viseu). Financiado pelo programa Horizonte 2020 da União Europeia, o projeto que desenvolveu uma plataforma robótica autónoma para investigar e mapear minas subterrâneas inundadas, juntou 12 organizações de sete países.</p>
<p><iframe frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/TYx9UuNfujI" width="560"></iframe></p>
<h2>Sobre o UNEXMIN</h2>
<p>O UNEXMIN inclui o desenvolvimento de três robôs para fazer mapeamentos 3D e obter dados geológicos que não podem ser obtidos de outra forma sem incorrer em custos elevados ou com outros riscos associados, é o caso de riscos humanos caso se utilizem mergulhadores para a investigação ou recolha de dados nas minas. Em Portugal, são parceiros deste projeto o INESC TEC e a Empresa de Desenvolvimento Mineiro (EDM).</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/203/imagens/copy_of_UNEXMIN_underwater.jpg/@@images/faf522c3-0669-4a43-9bf2-ae615cbceb84.jpeg" alt="UNEXMIN1" class="image-inline" title="UNEXMIN1" /></p>
<p>“Existem na Europa cerca de 30 mil minas fechadas, muitas das quais ainda contêm recursos minerais importantes e passíveis de serem explorados. Muitas destas minas estão agora inundadas, o que torna a sua prospeção e avaliação um processo difícil. Neste momento existe falta de informação sobre o seu estado atual devido aos elevados custos monetários e perigo, envolvidos nos atuais métodos, e é por isso que soluções como a que desenvolvemos no âmbito do UNEXMIN podem fazer a diferença”, explica Alfredo Martins, investigador do Centro de Robótica e Sistemas Autónomos (CRAS) do INESC TEC.</p>
<p>A tecnologia UNEXMIN representa uma nova era no apoio à prospeção mineira: robôs que podem operar de forma autónoma nestes ambientes – os robôs UX-1 são os primeiros deste tipo. Neste momento, a plataforma UNEXMIN conta já com dois robôs e com um terceiro a caminho.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/203/imagens/copy2_of_UNEXMIN_labCRAS.jpg/@@images/0b458acd-a6ef-4297-9975-69d8b105a70b.jpeg" alt="UNEXMIN2" class="image-inline" title="UNEXMIN2" /></p>
<h3>Os testes</h3>
<p>O primeiro protótipo e a tecnologia em si já foram testados nas minas de Kaatiala, Finlândia, em junho de 2018, e de Idrija, Eslovénia, em setembro do mesmo ano, com resultados positivos: robô operacional e áreas inundadas mapeadas.</p>
<p>O terceiro teste decorreu no início do mês de abril na antiga mina da Urgeiriça. Os robôs foram testados nas águas subterrâneas da antiga mina de urânio. Os testes foram bem-sucedidos e, por isso, foi possível investigar, recolher imagens e criar mapas as galerias e túneis inundados, com especial enfoque na autonomia e no mapeamento, provando assim o funcionamento da plataforma robótica numa mina de características diferentes das outras.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/203/imagens/idrija3.png/@@images/fc8e3c40-4627-4abb-a271-15129be8e085.png" alt="UNEXMIN3" class="image-inline" title="UNEXMIN3" /></p>
<h3>O papel do INESC TEC</h3>
<p>Para além do projeto e da arquitetura global do sistema e do robô, o INESC TEC é também responsável pelo software de navegação, perceção e mapeamento. A vasta experiência da equipa do INESC TEC no desenvolvimento de robôs subaquáticos e sistemas autónomos permitiu também a sua escolha como o parceiro responsável pela tarefa de integração global dos robôs.</p>
<p>Para além disto, o INESC TEC desenvolveu um sensor de mapeamento subaquático inovador baseado em luz estruturada que, integrado nos robôs do UNEXMIN, possibilita o mapeamento com precisão milimétrica em situações em que a visibilidade da água o permite.</p>
<h3>O futuro</h3>
<p>O desenvolvimento da plataforma UNEXMIN permitirá abrir novos cenários para a prospeção de minerais essenciais para o desenvolvimento de várias indústrias. A plataforma UNEXMIN poderá assim contribuir de forma decisiva para a avaliação de reabertura de minas outrora encerradas devido ao custo de exploração vs valorização da quantidade de minério existente.</p>
<p>A tecnologia disponível nos dias de hoje poderá ainda permitir, a baixo custo e baixo risco, fazer uma primeira avaliação da viabilidade destas minas, recolher dados sobre o seu estado e mapear artefactos com interesse histórico que possam ter ficado abandonados.</p>
<p>Com UNEXMIN cria-se a oportunidade estratégica de reabertura de minas inundadas na Europa, muitas das quais ainda com significativo teor de matérias-primas minerais criticas, que podem ser exploradas beneficiando a economia portuguesa e europeia.</p>
<p>O projeto UNEXMIN termina em outubro de 2019. Já foi criada uma spin-off para a prestação de serviços em minas inundadas utilizando os robôs desenvolvidos no âmbito do projeto.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/203/imagens/Unexmin17.jpg/@@images/49fb3c96-534e-4bd4-9a19-e762cfd174bb.jpeg" alt="UNEXMIN4" class="image-inline" title="UNEXMIN4" /></p>
<p>Coordenado pela Universidade de Miskolc (Hungria), o projeto UNEXMIN, para além do INESC TEC e da EDM em Portugal, contou ainda com os seguintes parceiros: Serviço Geológico da Eslovénia, Universidade de Tampere (Finlândia), Universidade Politécnica de Madrid (Espanha), La Palma Research Centre (Espanha), Resources Computing International (Reino Unido), Ecton Mine Educational Trust (Reino Unido), Federação Europeia de Geólogos (França), Geo-Montan (Hungria) e Idrija Mercury Heritage Management Centre (Eslovénia).</p>
<p>Os investigadores do INESC TEC que participam no projeto UNEXMIN são: Alfredo Martins, José Miguel Almeida, Eduardo Silva, Carlos Almeida, Ricardo Pereira, Eduardo Soares, Denys Sytnyk, Bruno Matias, Tiago Pereira, António Ferreira e Diana Viegas.</p>
<p> </p>
<p><i>Os investigadores do INESC TEC mencionados na notícia têm vínculo ao INESC TEC e ao P.Porto-ISEP.</i></p>
<p><i> </i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Destaque</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-30T09:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://bip-archive.inesctec.pt/202/especial.html">
    <title>INESC TEC é a instituição portuguesa com mais pedidos de patentes na Europa </title>
    <link>http://bip-archive.inesctec.pt/202/especial.html</link>
    <description>O INESC TEC é a instituição portuguesa que mais pedidos de patentes submeteu ao Instituto Europeu de Patentes (EPO, na sigla em inglês) em 2018. No total, Portugal submeteu 220 pedidos de patentes, 9 dos quais foram feitos pelo INESC TEC. Já em 2017, o INESC TEC tinha ficado em 2º lugar português no que diz respeito aos pedidos de patentes a nível europeu.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h2>INESC TEC submeteu nove pedidos de patentes ao EPO em 2018</h2>
<p>O INESC TEC é a instituição portuguesa que mais pedidos de patentes submeteu ao Instituto Europeu de Patentes (EPO, na sigla em inglês) em 2018. No total, Portugal submeteu 220 pedidos de patentes, 9 dos quais foram feitos pelo INESC TEC. Já em 2017, o INESC TEC tinha ficado em 2º lugar português no que diz respeito aos pedidos de patentes a nível europeu. O relatório do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), divulgado também este mês, revela ainda que o INESC TEC submeteu 12 pedidos de patentes a nível nacional, sendo o instituto de I&amp;D pertencente ao perímetro de consolidação alargado da Universidade do Porto com mais pedidos de patentes feitos em 2018.  </p>
<p>Catarina Maia, responsável pelo Serviço de Apoio ao Licenciamento (SAL) do INESC TEC, garante que o instituto sempre teve e continua a ter uma grande preocupação em trabalhar resultados que fossem apropriáveis para a indústria, de forma a que esta pudesse, assim, alinhá-los com os seus modelos de negócio.</p>
<p>Prova dessa preocupação é o facto de o INESC TEC ser um dos mais recentes membros do European Technology Transfer Offices Circle (TTO Circle), sendo assim a primeira instituição portuguesa a integrar esta iniciativa da Comissão Europeia.  <b></b></p>
<p><b><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/202/imagens/capa.jpg/@@images/78302dbb-a01a-4ee0-a37c-39764bb87005.jpeg" alt="1" class="image-inline" title="1" /></b></p>
<h3><b>INESC TEC é a 1ª instituição portuguesa no</b> <b><i>European Technology Transfer Offices circle</i></b></h3>
<p>O INESC TEC é a primeira instituição portuguesa a fazer parte do TTO Circle, isto é, o Círculo de Gabinetes de Transferência de Tecnologia (ou na versão anglo-saxónica <i>European Technology Transfer Offices circle</i>), uma iniciativa da Comissão Europeia.</p>
<p>O TTO Circle reúne algumas das maiores instituições de investigação europeias, como o CERN, a ESA (Agência Espacial Europeia), o Fraunhofer, a Tecnalia ou o TNO, com o objetivo de partilhar as melhores práticas e conhecimentos em transferência de tecnologia, de modo a desenvolverem atividades conjuntas e uma abordagem comum relativamente a padrões internacionais, profissionalizando assim a atividade e promovendo-a para os mercados Europeus.</p>
<p>Com o objetivo de influenciar algumas políticas europeias e promover as melhores práticas de transferência de tecnologia, a criação desta rede surge pela necessidade que a União Europeia tem de gerar mais inovação, aproveitar a base do seu conhecimento, reforçar a sua posição económica e enfrentar os grandes desafios societais deste século, de modo a impulsionar a sua competitividade global.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/202/imagens/CatarinaMAia.jpg/@@images/1691ccd6-47c3-42e6-8478-a8f488c6f0b2.jpeg" alt="2" class="image-inline" title="2" /></p>
<p>“A criação do TTO Circle prova que a inovação está no centro da agenda política de Bruxelas. A transferência de tecnologia vai permitir enfrentar os desafios societais mais críticos com que atualmente nos deparamos a nível europeu, como por exemplo a saúde, a segurança energética, alterações climáticas, entre outros”, explica Catarina Maia, responsável do SAL e a representante da instituição no TTO Circle.</p>
<h3><b>A transferência de tecnologia como uma indústria emergente</b></h3>
<p>A transferência de tecnologia do contexto de investigação académica para as empresas é muito europeia e apresenta, cada vez mais, semelhanças com uma indústria emergente – existem inúmeras tecnologias de alto valor, mas a paisagem é altamente fragmentada, com falta de massa crítica e com grandes disparidades em termos de desempenho e de práticas.</p>
<p>Há estudos que indicam que a falta de escala é um dos principais problemas nesta área. É precisamente este paradigma que a União Europeia quer mudar. É, por isso, estratégico para a Comissão Europeia que os gabinetes de transferência de tecnologia dos principais institutos de investigação se agrupem e atuem como pioneiros na melhoria desta área.</p>
<p><b><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/202/imagens/921A9876.jpg/@@images/46c7cb2a-9da8-49b2-980b-fb0f2eb3f483.jpeg" alt="3" class="image-inline" title="3" /></b></p>
<h3><b>Porque integra o INESC TEC este grupo restrito de Bruxelas?</b></h3>
<p>“Só fazem parte do TTO Circle 31 instituições de investigação, todas elas de grande dimensão e com uma estratégia sólida e bem definida. O INESC TEC reúne todas estas condições - é o maior instituto a atuar na área de engenharia em Portugal e é também uma das instituições com maior número de patentes submetidas a nível nacional nos últimos anos. Só em 2018 foram realizados 28 pedidos de patentes nas áreas de processamento de sinal digital e elétrico, tecnologia médica e segurança em redes de comunicações sem fios. Fomos ainda a instituição nacional a fazer mais pedidos de patente junto do Instituto Europeu de Patentes em 2018 - sendo que em 2017 tínhamos ficado em segundo lugar. Atualmente, encontramo-nos a criar várias <i>spin-offs</i> baseadas em tecnologias proprietárias”, explica a responsável do SAL.</p>
<p>Só nos últimos três anos foram concedidas oito patentes às invenções do INESC TEC – duas em análise de voz, cinco em processamento de sinal digital e elétrico e uma em eletrónica de potência. As patentes foram concedidas nos EUA (3), Japão (2), Europa (2) e Coreia do Sul (1). Olhando para os últimos três anos, foram criadas quatro <i>spin-offs</i> – a MitMyNid, a LTPLabs, a Ubirider e a InSignals Neurotech.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/202/imagens/board1709220_1920.jpg/@@images/ddde16bb-1f33-4701-ae81-f1e525de4ecd.jpeg" alt="4" class="image-inline" title="4" /></p>
<h3><b>Quem faz mais parte do TTO Circle?</b></h3>
<p>O TTO Circle é constituído atualmente pelas seguintes 30 instituições: CEA, CERN, CIEMAT, CNRS, CNR, DTI, ENEA, ESA, ESRF, ETH Domain, FORTH, Fraunhofer, Helmholtz Association, ILL, Imec, Inria, Jožef Stefan Institute, Leibniz Association, Max Planck Society, RISE, SINTEF, STFC (Science &amp; Technology Facilities Council), Teagasc (Agriculture and Food Development Authority), TECNALIA, The Czech Academy of Sciences (CAS), TNO, Tubitak (The Scientific and Technological Research Council of Turkey), VITO, VTT Technical Research Centre of Finland Ldt e The Weizmann Institute of Science.</p>
<p><i> </i></p>
<p><i>A investigadora do INESC TEC mencionada na notícia tem vínculo ao INESC TEC.</i><i></i></p>
<p><b><br /></b></p>
<p><b><i><br /></i></b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Especial</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-28T08:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://bip-archive.inesctec.pt/202/destaque.html">
    <title>Investigadores do INESC TEC desenvolvem ferramenta para facilitar doação de rins entre países</title>
    <link>http://bip-archive.inesctec.pt/202/destaque.html</link>
    <description>Chama-se ENCKEP (European Network for Collaboration on Kidney Exchange), o projeto europeu que envolve 28 países empenhados em facilitar a doação de rins entre países. São os investigadores do Centro de Engenharia e Gestão Industrial (CEGI) do INESC TEC os responsáveis pela criação da ferramenta tecnológica que vai facilitar estes processos. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h2>Projeto ENCKEP envolve 28 países</h2>
<p>Chama-se ENCKEP (European Network for Collaboration on Kidney Exchange), o projeto europeu que envolve 28 países empenhados em facilitar a doação de rins entre países. São os investigadores do Centro de Engenharia e Gestão Industrial (CEGI) do INESC TEC os responsáveis pela criação da ferramenta tecnológica que vai facilitar estes processos. O INESC TEC e o Instituto Português do Sangue e da Transplantação são os únicos parceiros portugueses deste projeto.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/202/imagens/reuniao3.jpg/@@images/bab210ac-af8a-44bf-85c4-5c9d0e337a94.jpeg" alt="1" class="image-inline" title="1" /></p>
<h3><b>Os objetivos do ENCKEP e a problemática da doação de rins entre países</b></h3>
<p>Ana Viana, coordenadora do CEGI e vice-coordenadora neste projeto europeu, garante que a doação de rins é uma problemática transversal aos 28 países envolvidos.</p>
<p>Um dos grandes objetivos do ENCKEP é o de estimular o diálogo europeu, e identificar as melhores práticas na área da doação renal cruzada. Exemplos de boas práticas são “os critérios de afetação dos doentes aos dadores, o tipo de informação a ser usada sobre os doentes e quais os dados a considerar num teste preliminar de compatibilidade”, explica Ana Viana.</p>
<p>O projeto pretende ainda propor uma plataforma comum para partilha de dados e a otimização de modelos em programas internacionais, desenvolvendo e testando um protótipo transnacional. “Neste campo existem muitas preocupações éticas, legais e tecnológicas”, explica a investigadora do INESC TEC.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/202/imagens/kidney3667909_1920.jpg/@@images/b789c32b-bb8a-444a-8b3e-c01cabc9e9da.jpeg" alt="2" class="image-inline" title="2" /></p>
<p>Participam neste projeto os seguintes países: Áustria, Bélgica, Bósnia e Herzegovina, Bulgária, República Checa, Estónia, Finlândia, França, Macedónia, Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Letónia, Malta, Holanda, Polónia, Roménia, Sérvia, Eslováquia, Espanha, Suécia, Suíça, Turquia e Reino Unido.</p>
<h3><b>As vantagens dos programas transnacionais</b></h3>
<p>O aumento de escala resultante da implementação de programas transnacionais de doação renal cruzada tem um grande impacto nos pacientes renais que aguardam um transplante, uma vez que quantos mais pares estiverem nos programas, maior a probabilidade de encontrarem um órgão compatível.</p>
<p>Deste modo, países mais pequenos e que, por isso, têm programas nacionais de dimensão pequena, podem ver um maior número de doentes a serem transplantados. Mas, não é por isso que os países de maior dimensão serão descurados neste processo. Os países de grande dimensão retirarão deste programa também benefício da colaboração.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/202/imagens/AnaViana.jpg/@@images/0d642d5e-b1a3-413c-8f71-809218178119.jpeg" alt="3" class="image-inline" title="3" /></p>
<p>“Quando o projeto iniciou, não existiam programas transnacionais de doação renal cruzada. Essa colaboração neste momento já é uma realidade, não necessariamente por via do projeto, mas requer uma análise mais aprofundada sobre a melhor forma de operacionalização. Em particular, estando a falar de recursos escassos, os órgãos, é necessário entender de que forma esses órgãos devem ser distribuídos pelos países participantes de forma justa e, eventualmente, respeitando políticas que não seja possível uniformizar entre os diferentes países”, explica a investigadora.</p>
<h3><b>A ferramenta tecnológica desenvolvida pelo INESC TEC</b></h3>
<p>Já existe uma ferramenta de otimização para saber quais os “pares mais interessantes” para o transplante, desenvolvida pelo INESC TEC. Os investigadores do INESC TEC envolvidos neste projeto estão também responsáveis, no âmbito do consórcio, de estudar hipóteses e desenvolver modelos que reflitam a realidade.</p>
<p>O objetivo passa por apresentar um protótipo final em 2020, altura em que o ENCKEP termina.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/202/imagens/reuniao.jpg/@@images/c636ac12-ae35-4171-8fda-e558ac70adbd.jpeg" alt="4" class="image-inline" title="4" /></p>
<h3><b>Investigadores do projeto ENCKEP reúnem no Porto</b></h3>
<p>Nos dias 11 e 12 de março, o INESC TEC recebeu no seu edifício sede uma série de instituições responsáveis por programas nacionais em vários países europeus, médicos e outros profissionais de saúde, engenheiros, matemáticos, <i>computer scientists</i>, entre outros, para um <i>workshop</i> do projeto. A organização do workshop esteve a cargo de Xenia Klimentova, também investigadora do CEGI e corresponsável de um dos grupos de trabalho do projeto, e de Ana Viana.</p>
<p><img src="http://bip-archive.inesctec.pt/202/imagens/Xenia.jpg/@@images/26b2561a-8478-42fe-9453-a2614cccb5eb.jpeg" alt="5" class="image-inline" title="5" /></p>
<p>O evento teve como objetivos:</p>
<p>- Discutir aspetos éticos, legais, operacionais e organizacionais a endereçar no desenho de programas transnacionais;</p>
<p>- Discutir diferentes abordagens que poderão ser consideradas na otimização da partilha de recursos;</p>
<p>- Ouvir um conjunto de convidados internacionais, neste caso da Índia, dos Estados Unidos e do Canadá, sobre um problema que, apesar de na base ser o mesmo, tem formas de implementação e gestão totalmente diferentes nos países mencionados. </p>
<p>O projeto ENCKEP é financiado em aproximadamente 600 mil euros pela The European Cooperation in Science and Technology (COST).</p>
<p> </p>
<p><i>As investigadoras do INESC TEC mencionadas na notícia têm vínculo ao INESC TEC e ao P.Porto-ISEP.</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
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      <dc:subject>Destaque</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-28T08:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="http://bip-archive.inesctec.pt/202/noticia-ev07.html">
    <title>Embaixador da República da China visita laboratório de Realidade Virtual </title>
    <link>http://bip-archive.inesctec.pt/202/noticia-ev07.html</link>
    <description>O Embaixador da República Popular da China em Portugal, Cai Run, esteve de visita ao Laboratório MASSIVE do INESC TEC, numa passagem pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Embaixador da República Popular da China em Portugal, Cai Run, esteve de visita ao Laboratório MASSIVE do INESC TEC, numa passagem pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Vila Real, que decorreu no dia 22 de março.</p>
<p>O INESC TEC inaugurou em 2017 o <a href="http://bip-archive.inesctec.pt/202/185/destaque.html" class="external-link">MASSIVE Virtual Reality Laboratory</a>, o mais avançado da Península Ibérica na área, uma infraestrutura que se distingue por estudar a estimulação dos cinco sentidos em aplicações de Realidade Virtual, não só no que diz respeito à investigação fundamental, mas também a um nível aplicacional.</p>
<p>Cai Run foi recebido pelo Reitor e membros da Equipa Reitoral e a agenda do encontro contemplou, além da visita ao laboratório, reuniões de trabalho com um grupo de estudantes de nacionalidade chinesa da UTAD.</p>
<p> </p>
<p><em>Créditos foto: UTAD </em></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
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      <dc:subject>Notícia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eventos &amp; Visitas</dc:subject>
    
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