Offside
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Um olhar sobre nós na voz dos nossos parceiros - Sinuta, S.A., pela voz de Rui Gomes.

Fora de Série

"... INESC Porto possui uma incrível habilidade de servir de extensão da nossa própria casa. (...) Fico feliz por ter sido escolhido neste mês, e compartilho esta posição com todos os meus colegas da USE." Mauro Rosa

A Vós a Razão

"Os esforços levados a cabo pela Instituição (...) pretendem tornar realidade o estabelecimento de parcerias alicerçadas em projectos inovadores", Augustin Olivier

Asneira Livre

"Após várias noites mal dormidas decidi desmitificar um tema corrente ao qual os meios de comunicação não têm dado a relevância devida: a Gripe A...", Nelson Rodrigues

Galeria do Insólito

Quem vem e atravessa o open space da Unidade de Telecomunicações e Multimédia (UTM) pode ficar surpreendido com os conteúdos que para ali vão nos ecrãs de computador dos nossos queridos colaboradores...

Ecografia

BIP tira Raio X a colaboradores do INESC Porto...

Jobs 4 the Boys & Girls

Referência a anúncios publicados pelo INESC Porto, oferecendo bolsas, contratos de trabalho e outras oportunidades do mesmo género...

Biptoon

Mais cenas de como bamos indo porreiros...

 

LIAAD coordena projecto sobre Extracção de Conhecimentos em Fluxos Distribuídos de Dados

O Laboratório de Inteligência Artificial e Apoio à Decisão (LIAAD) está envolvido no KDUS – Knowledge Discovery from Ubiquitous Data Streams, um projecto de investigação de base financiado pela FCT para o triénio 2009-2012 nas áreas científicas da Análise de Dados e Extracção de Conhecimentos. O objectivo principal deste projecto consiste em estudar, analisar, desenvolver e avaliar algoritmos de aprendizagem distribuídos e adaptativos que aprendem a partir de fluxos contínuos de dados distribuídos gerados em ambientes dinâmicos.

Dois desenvolvimentos tecnológicos recentes estão a mudar a nossa maneira de estar no mundo: por um lado, têm aparecido artefactos equipados com capacidades computacionais, objectos providos de sensores que deixam de ser estáticos e inanimados para serem adaptativos e reactivos; por outro lado existe uma explosão de todo o tipo de redes de comunicação, possibilitando a partilha de informação e auto-organização. A conjunção destas duas tecnologias possibilita o desenvolvimento de comunidades de “smart devices” adaptativos.

A importância destes equipamentos prende-se com o facto de eles serem capazes de sensoriar o ambiente, receber informação de outros sensores e de se adaptar continuamente a mudanças ambientais e à evolução dos hábitos e necessidades dos utilizadores. Ao mesmo tempo, permitem trabalhar com recursos limitados devido a restrições de poder computacional, memória, bateria e comunicações, e têm uma capacidade de auto-diagnóstico, uma característica da inteligência, principalmente por conseguirem prever a possibilidade de falhas.

Existem neste projecto duas dimensões a destacar: por um lado os fenómenos em estudo geram fluxos de dados (redes de distribuição eléctrica, redes de sensores ambientais, Websites, etc.) e, por outro lado, a informação é gerada de forma distribuída, havendo custos computacionais com a partilha dessa informação.

O projecto está concebido em dois níveis: no primeiro nível, situado na camada de dados distribuídos que evoluem com o tempo, o LIAAD irá aprofundar métodos e técnicas para aprendizagem de modelos locais que evoluem ao longo do tempo, detectam mudanças no processo gerador de dados e se auto-adaptam aos dados mais recentes. Por outro lado, o segundo nível situa-se na camada dos modelos. Aqui, a equipa do LIAAD irá estudar técnicas e métodos para a construção de modelos globais a partir dos modelos locais, modelar a evolução dos modelos e fazer auto-diagnósticos.

A equipa de investigação inclui Pedro Rodrigues, Raquel Sebastião e Elena Ikonomovska. João Gama é o investigador do LIAAD responsável pelo projecto.